un test genético para diagnosticar la fibromialgia.

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Creado un test genético para diagnosticar la fibromialgia Permite diagnosticar la patología y valorar la situación objetiva de cada paciente  Una persona que padece fibromialgia, recibiendo un masaje (Tony Bock / GYI)  Comparte en Facebook    Comparte en Twitter    3589  0 EFE, Barcelona 11/05/2016 18:27 | Actualizado a 11/05/2016 19:04 La empresa Genómic Genétics International (GGI) ha desarrollado un test genético, denominado Fibromialgien, que permite diagnosticar la fibromialgia y valorar la situación objetiva de cada paciente.  El director de GGI, el doctor José Ignacio Lao, ha presentado hoy el test que sirve de herramienta de ayuda dentro del proceso de diagnóstico de la fibromialgia, para prevenir el desarrollo de complicaciones que agraven el curso de la enfermedad.  Según Lao, la fibromialgia es un ejemplo de enfermedad humana que puede identificarse dentro de las llamadas intolerancias ambientales idiopáticas (Idiopathic Environment-Associated Diseases).  La razón está en que las personas que la padecen muestran un grado de vulnerabilidad frente a tóxicos y agentes ambientales en general (incluyendo algunos componentes de la dieta) que resulta muy superior al del resto de la población, ha señalado Lao.  “La respuesta exagerada de su organismo a los estímulos externos es de tal magnitud que muestran una hipersensibilidad muy acusada frente al dolor, lo que resalta como característica principal para suponer su diagnóstico”, según el director de la empresa.  Pero estas peculiaridades o particularidades que comparten los enfermos de fibromialgia van más allá y afecta también a la capacidad para mantener el equilibrio químico cerebral.  En los enfermos con FM hay tendencia a la falta o déficit de neurotransmisores (las sustancias químicas cerebrales responsables de la transmisión nerviosa), de ahí que dentro de la enfermedad haya una tendencia a la pérdida de memoria (deterioro cognitivo precoz), a la depresión y a los trastornos del sueño (por falta de la serotonina).  Otra característica que complica más el manejo de estos pacientes es la gran variabilidad de respuesta frente a los tratamientos.  Unos casos responden peor que otros, e incluso muestran un empeoramiento de algunos de los síntomas, frente a un mismo medicamento o incluso frente a los suplementos nutricionales que se utilizan alternativamente al tratamiento farmacológico.  Por toda esta heterogeneidad, los médicos no pueden llegar a un tratamiento universal.  “Por eso debemos conocer estas peculiaridades (idiosincrasia metabólica) y adaptar nuestras estrategias de tratamiento a las mismas”, ha dicho Lao.  “La única vía que nos permite conocer estas características es el análisis genético, pues las diferentes combinaciones de versiones de genes (polimorfismos genéticos) presentes en cada individuo para cada una de estas vías son las que determinan la variabilidad observada tanto en la presentación y evolución clínica, como en la respuesta al tratamiento”, ha añadido.  El test desarrollado por GGI se puede aplicar tanto a la fibromialgia como al resto de intolerancias ambientales idiopáticas (fatiga crónica, sensibilidad química múltiple), y, según Lao, consigue realizar el análisis de diversas combinaciones genéticas, dentro de cada una de las vías moleculares que pueden estar relacionadas con el origen de estos problemas de salud.

A fibromialgia não se vê, não deixa marcas na pele nem provoca feridas que outros possam ver. É uma dor solitária, desesperadora

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A fibromialgia foi reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1992. Atualmente, a fibromialgia afeta 4% da população, sendo que deste total quase 90% são mulheres.  É conhecida como a “doença invisível” porque afeta todas as partes macias do aparelho locomotor e não pode ser diagnosticada facilmente através de exames médicos.    A fibromialgia não se vê, não deixa marcas na pele nem provoca feridas que outros possam ver. É uma dor solitária, desesperadora.  Sofrer de fibromialgia é algo muito duro: não sei como vou acordar hoje, se conseguirei me mexer, se poderei rir ou só terei vontade de chorar… O que eu sei com certeza é que não finjo: eu sofro uma doença crônica.  Atualmente ainda se desconhece a etiologia desta doença, mas o que sabemos é que ano após ano são mais pessoas diagnosticadas, por isso a medicina está tentando trabalhar em uma intervenção o mais globalizada possível, incluindo, evidentemente, o aspecto biopsicossocial.  Hoje queremos apresentar algumas dicas básicas para que você possa enfrentar a doença com força, melhorando a sua qualidade de vida na medida do possível.  Fibromialgia: a doença real que não se vê   Quando uma pessoa não pode se levantar da cama porque sente que “agulhas ardentes” ferem as suas articulações, não está fingindo nem procurando uma desculpa para não ir ao trabalho.  Quem sofre de fibromialgia deve adicionar à sua própria doença a incompreensão social, com a sensação de se sentir invisível em um mundo que só acredita no que vê.  O principal problema da fibromialgia está na controvérsia da sua origem: psicológica ou orgânica. Estas são as principais conclusões que os especialistas apontam:  Possível origem da fibromialgia É preciso esclarecer em primeiro lugar que não existe evidência médica que relacione a fibromialgia com uma doença psiquiátrica.  Alguns autores falam de que cerca de 47% dos pacientes sofrem de ansiedade, mas é preciso considerar também que esta dimensão psicológica pode ser uma resposta da própria dor, da própria doença. Segundo um trabalho publicado na revista “Arthritis & Rheumatology” quem sofre de fibromialgia experimenta uma maior hipersensibilidade à estimulação sensorial cotidiana. Através de uma ressonância magnética os pesquisadores descobriram que frente a um estímulo visual, tátil, olfativo ou auditivo, as regiões de integração sensorial cerebral sofrem um sobre estímulo maior que o normal. As pessoas com fibromialgia têm um maior número de fibras nervosas sensoriais nos seus vasos sanguíneos, de modo que todo estímulo ou mudança de temperatura causa uma dor intensa. Algo a considerar é que qualquer fator emocional irá aumentar a sensação de dor nestas fibras nervosas. Uma situação pontual de estresse irá resultar em uma sobrecarga na estimulação e em dor, e a sensação de dor e cansaço crônico pode conduzir o paciente à impotência e inclusive a uma depressão.    Portanto, caímos em um círculo vicioso no qual uma doença de origem orgânica é aumentada pelo fator psicológico. Por isso, vale a pena controlar a dimensão emocional para atenuar ou pelo menos “controlar” a origem etiológica.  Estratégias psicológicas para enfrentar a fibromialgia A dor crônica faz parte da nossa realidade social, sendo a fibromialgia (FM) uma das suas principais causas. Agora que já temos clareza de que fatores como estresse ou a tristeza irão aumentar a sensação de sofrimento, é importante introduzir algumas estratégias básicas de enfrentamento que podem ajudar.    Hoje você se levantou, se vestiu e pode sair para a rua. Ninguém mais entenderá as suas conquistas, mas esses pequenos triunfos são importantes para você e devem lhe dar forças: você pode ser mais forte que a sua doença.  5 chaves para obter uma melhor qualidade de vida Em primeiro lugar é importante considerar que nem sempre as mesmas estratégias servirão para todas as pessoas. Você precisa encontrar aquelas estratégias que sejam boas para você de acordo com as suas peculiaridades e necessidades. Para isso, experimente e selecione você mesmo aquelas que lhe causam maior alívio.  Entenda a sua doença. Isso implica estar em contato com especialistas, médicos e psicólogos. São necessários tratamentos multidisciplinares e cada um lhe trará todo o conhecimento desta condição para que você “compreenda” o seu inimigo. Desta forma, você estará mais seguro e prevenido.  Passe a ter uma atitude positiva na sua vida. Sabemos que não é simples, mas em vez de reagir frente a dor, é melhor aceitá-la e tratá-la, não se deprimir. Não hesite em conversar com pessoas que sofram o mesmo que você, não se isole, nem guarde rancor daqueles que o rodeiam.  Procure atividades que lhe permitam enfrentar o estresse e a ansiedade: existem técnicas de relaxamento muito adequadas que podem lhe ajudar. A ioga, por sua vez, também pode ser muito benéfica.  Nunca perca o controle da sua vida, não deixe que a dor domine. Para isso, estabeleça momentos de ócio cotidiano por menores que sejam. Saia para caminhar e não evite o contato social.    Ouça as suas emoções, os seus pensamentos e a sua linguagem. O que pensamos e sentimos tem uma influência direta sobre a doença. Se você disser frases como “não vou conseguir me levantar”, “isso não tem solução” ou “já não tenho mais forças”, você aumentará o seu sofrimento.

Excelente matéria, principalmente para profissionais de saúde. Vamos compartilhar!

 

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Um dos piores problemas que uma pessoa pode ter é, sem dúvida, a fibromialgia. Os sintomas são muitos, as dores são muito fortes e juntamente com elas, vários outros problemas podem se instalar, como a depressão, a ansiedade e a insônia.  Devido a isso, eu resolvi fazer um pequeno apanhado de informações sobre esta doença que inclui a visão ocidental, a visão oriental e a viabilidade de tratamento com a Auriculoterapia.  VISÃO OCIDENTAL  A fibromialgia é uma patologia crônica caracterizada por várias queixas, incluindo dores músculo-esqueléticas e a presença de pontos dolorosos à palpação que são os tender-points.  Como classificação, a fibromialgia é um dos tipos de reumatismos extra-articulares, dos quais fazem parte as tendinites, as mialgias, síndromes do túnel do carpo, do tarso, bursites não infecciosas, entre outras.  Pela denominação da sua classificação, a fibromialgia não acomete as articulações, como ocorre com os outros tipos de reumatismos. Ela apenas acomete as chamadas “partes moles”.  A fibromialgia acomete cerca de 2 a 4% da população adulta nos países ocidentais e as mulheres são 5 a 9 vezes mais afetadas do que os homens.  A idade predominante do aparecimento dos sintomas oscila entre os 20 e os 50 anos, apesar de que crianças e idosos não estão isentos do quadro.  Sua etiologia ainda não é bem elucidada dentro da medicina, porém sabe-se do envolvimento de fatores sociais e emocionais. Alguns estudos falam de alterações no mecanismo de modulação da dor( no sistema nervoso central), em indivíduos com certa predisposição.  As várias alterações clínicas da síndrome envolvem alterações comportamentais, neuroendócrinas e imunológicas. Veja algumas delas:  A fibromialgia preenche requisitos de uma verdadeira síndrome, exigindo padrão clínico reconhecível, com poucas variações de um paciente para outro. É uma doença adquirida, que acomete crianças, adultos e idosos. O distúrbio de sono é encontrado em praticamente todos os pacientes. Há uma tendência familiar, com clara predileção pelas mulheres. Não há alterações histológicas convincentes nos órgãos acometidos, como bursas, tendões e músculos. O diagnóstico é essencialmente clínico, não havendo alterações laboratoriais. A prova de atividade inflamatória é normal, bem como os exames de imagem.  Deve ser feita uma avaliação minuciosa para descartar hipóteses como Lúpus Heritematoso e Artrite Reumatóide.  Este diagnóstico clínico baseia-se por critérios definidos pelo Colégio Americano de Reumatologia:  Presença de dor difusa por pelo menos 3 meses, sendo dor difusa quando comprometem o alto e o baixo e o lado esquerdo e o direito; Existe de maneira obrigatória o comprometimento de, ao menos, um dos seguimentos da coluna vertebral (cervical, torácica ou lombar); Presença de, pelo menos, 11 dos 18 pontos dolorosos à apalpação, sendo definido como doloroso um ponto reativo a uma pressão de aproximadamente 4 kg;  Pontos dolorosos mais comuns na fibromialgia A característica da dor é bastante variável, podendo ser queimação, pontada, peso (“tipo cansaço”), ou como uma contusão. É comum a referência de agravamento pelo frio, umidade, mudança climática, tensão emocional ou por esforço físico acentuado.  Além das dores frequentes, temos outros sintomas associados:   Saiba como Fadiga; Distúrbios do sono; Distúrbios do humor; Rigidez articular matinal; Cefaléias; Depressão; Ansiedade; Síndrome do cólon irritável; Essa síndrome tem como características causar muito sofrimento para os portadores. Incluindo à isso, dependendo do estágio em que o paciente se encontre, ela poderá provocar inaptidão ao trabalho, dificuldade e até impossibilidade de locomoção, problemas de relacionamento familiar e social, entre tantos outros problemas.  Ainda não existe um consenso para o tratamento ideal para a fibromialgia, mas sabe-se que o tratamento deve envolver o paciente num aspecto geral, com importância para os seguintes fatores:  Educacional: Informar ao paciente sua real condição, prognóstico e possibilidades terapêuticas; Atividade Física: Em especial, exercícios aeróbicos sem carga e sem impacto; Farmacológicos: Indutores do sono, analgésicos e relaxantes musculares; Alternativo: Acupuntura, auriculoterapia, massoterapia, yoga e técnicas de relaxamento. VISÃO ORIENTAL  Dentro da Medicina Tradicional Chinesa considera-se  a etiologia da Fibromialgia como uma síndrome mista, pois possui fatores de influência internos e externos.  A grande maioria relata o início da fibromialgia após uma grande situação de injúria ou stress, sendo esta acompanhada de uma dor súbita e localizada.  Mesmo sendo necessária uma predisposição genética, o fator de sobrecarga no trabalho está intimamente ligada com os pacientes portadores da síndrome de fibromialgia.  Diferentemente da medicina ocidental, que pouco sabe-se sobre as causas da fibromialgia, a MTC possui várias vertentes e citações de causas e tratamentos.  As nomenclaturas são bem características e de difícil entendimento para leigos, mas eu vou tentar resumir…  Existem pelo menos 7 autores renomados dentro da MTC que citam as causas para a síndrome e os tratamentos adequados. As principais suposições envolvem o mal funcionamento do fígado, do baço e suas consequentes interferências na produção, fluidez e distribuição do sangue (visão oriental), entre outros fatores.  O baço na MTC tem como uma das suas características auxiliar a produção do sangue e é “responsável” pela musculatura. Já o fígado, tem a função de resfriamento e distribuição do sangue e da energia Qi(conceito de energia vital na filosofia oriental), além de ser responsável pelos tendões e ligamentos. Já o sangue, é responsável por nutrir todas as partes do corpo, incluindo músculos e tendões.  Para além das atribuições acima, o mal funcionamento do fígado pode gerar stress, ansiedade e distúrbios do sono, e a ineficiência do baço pode gerar fraqueza, indisposição, distúrbios do sistema digestivo e causar desânimo e depressão. Conceitos que explicam sintomas ocidentais atribuídos fibromialgia pela medicina ocidental.  Contudo, o mal funcionamento destes órgãos representa um desequilíbrio geral e principalmente falta de irrigação na musculatura, tendões e ligamentos, gerando, assim, enrijecimento, fraqueza e consequentes dores e lesões.  Além disso, leva-se muito em conta na MTC a individualidade biológica e portanto, os sinais, sintomas e tratamentos frequentemente são diferenciados de paciente para paciente.  Devido à isso, a acupuntura e a auriculoterapia mostram-se como fundamentais para o tratamento e controle dos sintomas da fibromialgia, principalmente por seus benefícios analgésicos e a capacidade de identificar a causa da doença, promovendo um melhor prognóstico.  conclusão  A Fibromialgia é uma doença grave e causa muitos transtornos para seus portadores. Devido à isso, os portadores devem procurar identificar os melhores tratamentos e aprender a lidar com os sinais e sintomas da doença a fim de evitar crises. A Auriculoterapia e a Acupuntura mostram-se excelentes alternativas de tratamento, pois seguem as diretrizes do pensamento da MTC.

Mais de 70% dos pacientes relataram melhora na dor. Conheça o método

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Meditação aquática alivia a dor da fibromialgia
Pesquisa brasileira testa o método em sessões de fisioterapia

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Meditação aquática alivia a dorJoana Resek
ESCRITO POR

ANDRÉ BIERNATH
Uma equipe da Universidade Anhanguera de São Paulo recorreu com sucesso ao Aquadinamic para diminuir o desconforto de indivíduos com fibromialgia, condição que provoca dores crônicas em todo o corpo. O método, inventado no Brasil e baseado em técnicas orientais como o shiatsu e o tai chi, é realizado numa piscina quente por um terapeuta, que movimenta o corpo do paciente. O objetivo é ficar o tempo todo meditando na água de olhos fechados. “Acompanhamos os voluntários em dez sessões e, ao fim, mais de 70% relataram melhora na dor e 64% diziam que haviam ganhado qualidade de vida”, conta o fisioterapeuta Fabio Jakaitis, orientador do estudo. O Aquadinamic também pode entrar em cena para acelerar reabilitações ortopédicas e contra-atacar o excesso de ansiedade.
Por dentro da técnica

Terapeuta
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Unmute
Fullscreen
Realiza movimentos amplos e suaves com os braços, as pernas e o tronco do paciente.
Água
A temperatura da piscina é um pouco mais quente, entre 32 e 35ºC, para deixar o corpo menos rígido.
Meditação
Fechar os olhos e esvaziar o cérebro, para tratar a tensão, é outro requisito básico do método.
Corpo
Como a cabeça do indivíduo algumas vezes fica debaixo d’água, é necessário o uso de um grampo nasal.

Analizamos las etapas y las fases de esta enfermedad, a veces muy complicada a la hora de diagnosticar.

 

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En el proceso de la fibromialgia se van pasando por determinadas etapas de menor a mayor intensidad las cuales describiré en las siguientes líneas:

1- Esta es la primera de todas en la que todavía no se obtiene ningún diagnóstico, en esta es cuando empiezas a ser consciente que tienes malestares prolongados en el tiempo y sufres mucho cansancio o fatiga. Normalmente al principio todo esto como es de forma sutil lo achacas al ritmo de vida, al estrés o circunstancias externas con lo que sigues adelante con tu vida creyendo que es normal.

2- En esta etapa, todo lo anterior se intensifica con lo que empiezas a incorporar en tu día a día calmantes tipo ibuprofeno para calmar el dolor incluso vitaminas para combatir la fatiga y cansancio. En esta etapa se sigue con la vida cotidiana y social pues tu cuerpo ya esta acostumbrado a los malestares de tu día y día.
Etapas de la fibromialgia
3- En esta tercera, todo la anterior de magnifica aun mas, empezando el peregrinaje por los médicos para encontrar solución a tus malestares, te sientes agotado, y empiezas a sumirte en una depresión podríamos decir, pues te das cuenta que ya no eres la misma persona, que no puedes hacer las mismas cosas que hacías antes, los dolores son mas intensos y ya no basta con los ibuprofenos que hasta ahora te habían aliviado. Se empiezan a incorporar nuevos síntomas, como ansiedad, insomnio, rigidez, sensación de hormigueo en manos y pies, dolores muy intensos en articulaciones…esta etapa puede ser prolongada mucho tiempo, incluso años.

4- En esta ya se ha sufrido algún brote de alta intensidad dejándote muchas ocasiones incapaz de seguir con tu vida cotidiana, teniendo incluso que desatender las obligaciones o incluso faltar al trabajo. En esta etapa es cuando se suele dar diagnóstico, después de haber sufrido uno de estos brotes, para los cuales depende de las ganas de poner todos lo medios necesarios para mejorar y las herramientas disponibles, duraran mas o menos tiempo, incluso puede durar meses.

5- En esta etapa, ya muchos no pueden compaginar sus vidas laborales con esta dolencia, teniendo que abandonar el trabajo pues los síntomas anteriores ya son mayores y casi permanentes en el tiempo con brotes cada cierto tiempo incapacitando por completo a la persona. En esta etapa el circulo vicioso en el que se entras muy difícil ver la luz podríamos decir, pues la depresión de agrava, las preocupaciones también, ya que al no sentirse capaz de trabajar puede verse afectada la economía drásticamente, entrando en un espiral de ansiedad preocupación contante. Bajo este estado emocional es muy difícil mejorar, puesto que a mayor preocupación, depresión, ansiedad es como un combustible para empeorar y acelerar el paso a la siguiente etapa. A esto le tenemos que añadir la incomprensión del entorno mas cercano pues no entienden al no verse el sufrimiento de esta enfermedad.
La incidencia de la depresión en los enfermos de fibromialgia
6- En esta etapa, la final de todas ya se encuentra uno completamente incapacitado y dependiente, puesto que ya no es capaz no de hacerse cargo de sus propias necesidades pasando la mayor parte del tiempo en cama, en permanente brote, donde la medicación ya no hace casi efecto para paliar los síntomas, sin sentirse respaldado ni apoyado por nada ni nadie.

Acabamos de ver un pequeño resumen de las diferentes etapas por las que una persona con fibromialgia va a ir pasando… como se ve no es una enfermedad que se pueda considerar mortal, pero si es mortal para el alma. Hace años atrás en donde esta enfermedad no estaba reconocida, no era aceptada por la sociedad, no había información, no habían herramientas para mejora lo mas probable es que todos llegáramos hasta la etapa 6. Pero hoy en día tenemos la gran suerte que sí hay información, sí hay herramientas que nos pueden ayudar a mejorar notablemente nuestra calidad de vida y recuperar la salud. Volver a sentir ganas de vivir, disfrutar y ser felices.

Estés en la etapa que estés se puede remitir hasta mejorar. Se está demostrando que incorporando hábitos saludables en nuestra vidas recuperamos y ganamos salud. Cada vez hay mas personas que cambiando una serie de hábitos, y tratando multidisciplinarmente se remite la sintomatología recobrando la salud y vitalidad perdida entre ellas yo misma.

Hacer estudio de cómo son nuestras vidas, estilo de vida llevado, hábitos alimenticios, estado emocional…ha sido hasta el momento de desarrollar y empeorar esta enfermedad. Como Albert Einstein dijo: “Locura es hacer lo mismo uno y otra vez esperando diferentes resultados”.

Podríamos decir enfermedad es llevar el mismo estilo de vida, mismos hábitos, mismas creencias, misma alimentación, mismo estrés y esperar la recuperación…

Cuando esta enfermedad aparece no es mas que el cuerpo pidiendo a gritos cambios urgentes en nuestras vidas, generalmente en todos los ámbitos, pues debemos aprender a escuchar a nuestro cuerpo, mente y alma lo que nos esta intentando decir, poner orden y coger las riendas de nuestras vidas cambiando una serie de hábitos físicos, mentales y emocionales para poder recobrar y encontrar la verdadera esencia que llevas dentro mejorando la calidad de vida para poder disfrutar de ella.

Evita a toda costa estos alimentos si tienes enfermedades inflamatorias como la fibromialgia, lupus, esclerósis múltiple, artritis, fatiga crónica, psoriasis, y más. ¿Quieres saber porqué? SIgue leyendo

 

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Evitar gluten y lentejas si tienes enfermedades inflamatorias
por Tay Cuéllar
Ya he explicado cómo tener un intestino permeable te pone firmemente en el espectro autoinmune. Es por eso que curar tu intestino es el primer pilar de mi protocolo. Ahora es el momento de hacer algunos cambios que harán que tu intestino tenga de nuevo un estado de salud óptimo. Una de las mejores cosas que puedes hacer es dejar de comer alimentos que están causando más inflamación y daño a tu tracto intestinal. Evitar los granos y las leguminosas es importante en el proceso de revertir enfermedades inflamatorias. ¿Quieres saber por qué? Sigue leyendo para entender las razones y las consecuencias.

enfermedades inflamatorias

Evitar gluten y lentejas si tienes enfermedades inflamatorias
¿Qué es el gluten?
El gluten es un grupo de proteínas que se encuentran en los cereales como el trigo, sémola, espelta, centeno, kamut, y cebada. Es lo que da al pan su pegajosa textura, pastosa, pero ese no es el único lugar en el que lo vas a encontrar: el gluten se utiliza como aditivo alimentario en casi todos los alimentos procesados, desde aderezo ensaladas hasta salsa de tomate cátsup.

Puedes preguntarte cómo algo tan corriente podría ser perjudicial para tu intestino ¿no estaríamos todos enfermos? Bien, desafortunadamente, se ha convertido en “moda” la enfermedad crónica, como enfermedades del corazón, cáncer, o una enfermedad autoinmune y las tasas están aumentando. El gluten se ha relacionado con más de 55 enfermedades, y se estima que el 99% de las personas que ya sean celíacas o no celíacas con sensibilidad al gluten, nunca son diagnosticadas.

¿Cómo es que el gluten causa intestino permeable?
En La Solución Autoinmune, explico con gran detalle cómo el gluten contribuye a un intestino permeable lo que luego te lleva por el camino de la enfermedad autoinmune. Estimula a tu sistema inmune para atacar a tus propios tejidos, no es fácil de digerir, y contribuye a desencadenar desequilibrios como crecimiento excesivo de Cándida y SIBO. Pero aún más perjudicial es la capacidad del gluten de desencadenar en el cuerpo la producción de zonulina, una proteína que puede indicar a las uniones estrechas entre las células en tus intestinos que se abran y permanezcan abiertas.

El problema con los granos y legumbres
El trigo no es el único. Otros granos, pseudogranos (como la quinua) y las legumbres, contienen proteínas similares que contribuyen al intestino permeable y a empeorar las enfermedades inflamatorias de varias maneras:

Por perjudicar a las células intestinales
Mediante la apertura de las uniones estrechas de la mucosa intestinal
Alimentando bacterias dañinas para crear disbiosis intestinal
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enfermedades inflamatorias con cereales

La parte comestible de estas plantas es la semilla, que contiene el embrión. Con el fin de transmitir sus genes, una planta produce sus propios productos químicos para repeler plagas y prevenir la digestión. Estos productos químicos pueden ser muy perjudiciales para una persona con una enfermedad autoinmune o también llamadas enfermedades inflamatorias. Destaco algunos en particular:

Sustancias químicas en plantas que empeoran las enfermedades inflamatorias
Lectinas
Las lectinas son proteínas de plantas que se unen a hidratos de carbono. Los dos tipos de lectinas en particular, que se sabe que causan un problema en los seres humanos son las aglutininas y prolaminas.

Aglutininas
Las aglutininas funcionan como un insecticida natural y pueden ser un factor agravante de las enfermedades inflamatorias. Los efectos de las lectinas dentro de nuestros cuerpos pueden ser sutiles y difíciles de reconocer, pero algunas aglutininas son increíblemente peligrosas. La ricina, una lectina de las semillas de ricino, es fatalmente tóxica, incluso en cantidades muy pequeñas.
Esta es la razón del porqué los granos que son organismos modificados genéticamente (OGM), son especialmente dañinos para aquellos de nosotros con autoinmunidad. Han sido diseñados para producir más de sus insecticidas de las mismas sustancias químicas naturales que son tan inflamatorias. Debido a esto, si eliges incluir cereales en tu dieta, recomiendo ir por los no-OGM y variedades relacionadas.

Prolaminas
Las prolaminas son proteínas necesarias para el crecimiento de la semilla, y por tanto no se digieren fácilmente. El gluten es una prolamina, y la mayoría de los granos contienen una prolamina similar en estructura al gluten. En un proceso llamado reactividad cruzada, esos prolaminas pueden provocar una respuesta inmune similar en aquellos que son sensibles al gluten.

Fitatos y ácido fítico
Los fitatos y el ácido fítico inhiben la digestión y se une a ciertos minerales (zinc en concreto, hierro y calcio) que son vitales para que nuestro sistema inmunológico funcione correctamente, impidiendo su absorción. Los granos OGM contienen una mayor concentración de ácido fítico.

Saponinas
Las saponinas llamadas “glicoalcaloides,” que se encuentran en niveles muy altos en pseudogranos y legumbres, son también un insecticida natural producida por estas plantas. Una vez que se escapan de la capa protectora de tu intestino (que es fácil de que suceda si tienes un intestino permeable), entran en el torrente sanguíneo y destruyen los glóbulos rojos.

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Solanáceas
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También se recomienda que las personas con enfermedades autoinmunes eviten las verduras de la familia de las solanáceas (Solanaceae), que comprende los tomates, pimientos y patatas. Estas plantas son muy altas en lectinas que dañan la mucosa intestinal, entran fácilmente en el torrente sanguíneo, y no se descomponen al cocinarlas.

Huevo
Así como la semilla (embrión de la planta) se protege de forma natural con defensas químicas, también lo hacen otros embriones, como los huevos. Al igual que una semilla, los huevos contienen una enzima protectora. La enzima, llamada lisozima, es inflamatoria a las personas con enfermedades autoinmunes.

Mientras que usted está pasando por el programa de 30 días en la solución autoinmune, habrá muchos alimentos que va a evitar temporalmente y luego añadir de nuevo en. Los cereales, legumbres, pseudogranos, y algunos otros alimentos, probablemente tendrás que tenerlos fuera de tu dieta para siempre, ya que muchas personas con autoinmunidad son extremadamente sensibles a ellos. El gluten es un absoluto “NO”. No recomiendo a nadie añadir gluten de nuevo en su dieta.

Una nota para los vegetarianos
Puede que estés leyendo esto y preguntándote qué demonios vas a comer ahora si tu dieta es aquella que se basa en arroz y frijoles. Me hice vegetariana a los 14 años, y fue muy difícil para mí ver que mi dieta aparentemente sana, estaba causando más problemas para mí. La buena noticia es que hay un montón de verduras que se pueden seguir disfrutando.

¿Quieres saber más sobre cómo prevenir y revertir la enfermedad autoinmune?
Si tú o alguien en tu familia es uno de los 50 millones de personas (tan sólo en EU) que sufren de fibromialgia, síndrome de fatiga crónica, u otro trastorno autoinmune, hay esperanza para la prevención e incluso la reversión de los síntomas debilitantes que acompañan a estas condiciones.

Durante años, mi misión ha sido la de ayudar a otros a encontrar el alivio en enfermedades inflamatorias, desde la artritis hasta la enfermedad de Graves. La solución autoinmune es mi enfoque paso a paso que restaura el cuerpo a su estado natural para la salud en 30 días mediante la eliminación de alimentos tóxicos, la introducción de ingredientes de restauración, y la identificación de las toxinas ambientales.

Debes de conocer los nuevos criterios para dignósticar la fibromialgia fueron implantados en 2010 y serán instaurados en las consultas médicas poco a poco. Los resultados deben ser calculados por un profesional de la salud.

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Hasta ahora desde 1990 en que el Colegio Americano de Reumatología (ACR) crease los criterios de diagnósticos para la fibromialgia, el diagnóstico de esta se basa en el dolor generalizado y la exploración de una serie de puntos sensibles.  En este mes, Mayo del 2010 el Colegio Americano de Reumatología ha creado unos nuevos criterios diagnósticos (The American College of Rheumatology Preliminary Diagnostic Criteria for Fibromyalgia and Measurement of Symptom Severity) en los que la palpación de los puntos sensibles deja de tener relevancia y se tienen en cuenta una serie de síntomas que hasta ahora no han sido tenidos en cuenta.  Para ello se utilizan dos escalas; La primera es el índice de Dolor Generalizado ( Widespread Pain Index (WPI)) y la segunda es el Índice de Gravedad de Síntomas (Symptom Severity Score – SS Score).  Los resultados sólo son válidos los sufridos en la última semana aunque se haya estado tomando medicación. A continuación se facilitan estas dos escalas (hay que recordar que los resultados son sólo válidos efectuados por el profesional de medicina que debe realizarlos).  Nuevos Criterios Preliminares para el Diagnóstico Clínico de la Fibromialgia Índice de Dolor Generalizado – Widespread Pain Index (WPI)  Ponga una cruz sobre cada área en la que ha sentido dolor durante la semana pasada, teniendo en cuenta que no debe incluir dolores producidos por otras enfermedades que sepa que sufre (artritis, lupus, artrosis, tendinitis, etc.): tabla areas dolorosas fibromialgia   Cuente el número de áreas que ha marcado y anótelo aquí: _____________ Observará que el valor WPI oscila entre 0 y 19.     Índice de Gravedad de Síntomas (Symptom Severity Score – SS Score) SS-Parte 1 Indique la gravedad de sus síntomas durante la semana pasada, utilizando las  siguientes escalas, que se puntúan del 0 (leve) al 3 (grave):    Sume el valor de todas las casillas marcadas y anótelo aquí: ____________ Observará que el valor SS-Parte 1 oscila entre 0 y 9.     Índice de Gravedad de Síntomas (Symptom Severity Score – SS Score) SS-Parte 2 Marque cada casilla que corresponda a un síntoma que ha sufrido durante la semana pasada.        Cuente el número de síntomas marcados, y anótelo aquí: ______________________ Si tiene 0 síntomas, su puntuación es 0 Entre 1 y 10, su puntuación es 1 Entre 11 y 24, su puntuación es 2 25 o más, su puntuación es 3 Anote aquí su puntuación de la SS-Parte 2 (entre 0 y 3): _______________________ Suma de su puntuación SS-Parte 1+ SS-Parte 2 = ____________________________ Compruebe que la puntuación se encuentre entre 0 y 12 puntos.  Recuerde estos datos han de ser analizados por el médico que le realice el diagnóstico El diagnóstico de fibromialgia estará en dos franjas (WPI 7 y una SS = 5) (WPI entre 3 y 6 y una SS = 9) . los afectados que tengan una clínica clara de fibromialgia pero no cumplen los criterios por una pequeña diferencia se ha propuesto el nombre de “Parafibromialgia”  Institut Ferran  Puede acceder a los sintomas de fibromialgia  Acceso a el original por Dr. Wolfe, Dr. Claw Nuevos criterios para el diagnóstico de la Fibromialgia  Wolfe F, Clauw DJ, Fitzcharles MA, Goldenberg DL, Katz RS, Mease P, Russell AS, Russell IJ, Winfield JB, Yunus MB. The American College of Rheumatology preliminary diagnostic criteria for fibromyalgia and measurement of symptom severity.

e acaban de diagnosticar fibromialgia? el dolor es tu mayor síntoma pero en la evolución de la enfermedad pueden o no presentarse más síntomas…te ayudará saberlo

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Síntomas y síndromes Fibromialgia Además de dolor y agotamiento, hay una cantidad de síntomas y síndromes fibromialgia. Igual que el dolor y el agotamiento, la severidad de estos síntomas/síndromes tiende a acrecentar y disminuir y por eso, la molestia que les ocasionan a los pacientes varía de acuerdo con la severidad. Típicamente, los pacientes de fibromialgia sufren de uno o más de los siguientes síntomas típicos:  Anquilosamiento: Además del dolor, la rigidez del cuerpo puede representar un problema agobiador para las personas con fibromialgia.  Esta rigidez puede notarse particularmente temprano en la mañana, después de permanecer sentado por períodos prolongados o de estar de pie sin moverse, o por cambios de la temperatura o de la humedad relativa.  Dolores de cabeza cara Incremento de dolores de cabeza o de la cara: El dolor de cabeza/en la cara frecuentemente resulta de músculos del cuello o de los hombros extremadamente anquilosados o sensibles, transmitiendo el dolor hacia arriba.  disfunción de la articulación temporomandibular También puede acompañar una disfunción de la articulación temporomandibular (conocida por las siglas en inglés “TMJ”), una condición que afecta a aproximadamente una tercera parte de los pacientes con fibromialgia, que afecta las articulaciones de las mandíbulas y los músculos correspondientes.   disfunción temporomandibular Trastornos del sueño: A pesar de dormir las horas suficientes, los pacientes que sufren de la FM pueden despertarse y sentirse todavía cansados, como si hubieran dormido apenas.  Por otra parte, pueden experimentar dificultades al tratar de dormirse o en mantenerse dormidos. Se desconocen las razones por las que la fibromialgia causa que el sueño no sea reparador y otras dificultades del sueño.  Sin embargo, las primeras investigaciones que se hicieron en laboratorios de sueño sobre la FM documentaron interrupciones en la etapa más profunda del sueño (la etapa delta) de algunos pacientes con fibromialgia.  Trastornos cognoscitivos: Las personas que tienen fibromialgia informan sobre una variedad de síntomas cognoscitivos que tienden a cambiar de día en día. Estos incluyen dificultad para concentrarse, “lentitud mental”, “fibro-neblina”, lapsos de memoria, dificultad para recordar palabras/nombres y un sentirse fácilmente abrumada al enfrentarse con varias cosas que hacer a la vez.  Malestar abdominal: Muchas personas con la FM experimentan trastornos digestivos, dolores abdominales, meteorismo, estreñimiento y/o diarrea.  síndrome del colón irritable Estos síntomas se conocen colectivamente como el “síndrome del colón irritable” o por las siglas en inglés IBS (“irritable bowel syndrome”).  Además, algunos pacientes tienen dificultad para pasar alimentos, lo que según la investigación es un resultado de anormalidades objetivas en el músculo liso que funciona en el esófago. 2  Problemas genitourinarios: Es posible que los pacientes con la FM se quejen de un aumento en la frecuencia o de mayor urgencia para orinar, típicamente, sin una infección de la vejiga.  cistitis intersticial Algunos pacientes pueden presentar una condición más crónica que es la inflamación dolorosa de la pared de la vejiga, lo cual se conoce como “cistitis intersticial” (CI).  En las mujeres, la FM puede ocasionar que los períodos menstruales sean más dolorosos o que los síntomas de la FM se vuelvan peores durante ese tiempo.  vulvodinia En las mujeres, también pueden presentarse otras condiciones, tales como la vestibulitis vulvar o vulvodinia, caracterizadas por dolores en la región de la vulva y por dolores durante el coito.  Parestesia: A veces, el SMF se asocia con un entumecimiento u hormigueo (por ejemplo, en las manos o los pies). También conocida como parestesia, la sensación se puede describir como picazón o ardor.  Puntos miofasciales hipersensibles: Un número significativo de pacientes con la FM tienen una condición neuromuscular conocida como el “síndrome del dolor miofascial” (MPS, siglas en inglés) en el que se forman unos puntos extremadamente dolorosos (puntos hipersensibles) distribuidas en bandas encogidas en los músculos u otros tejidos conectivos, muchas veces a consecuencia de una herida resultando de movimientos repetitivos, postura incorrecta durante períodos largos o enfermedad.  No son solamente muy dolorosos sino que transmiten el dolor a otras partes del cuerpo en maneras fáciles de predecir.   síndrome del dolor miofascial es una condición localizada en áreas muy específicas, típicamente en el cuello, los hombros o en la cintura A diferencia de las maneras en que la FM afecta todo el cuerpo, el síndrome del dolor miofascial es una condición localizada en áreas muy específicas, típicamente en el cuello, los hombros o en la cintura. El TMJ se considera una forma de este síndrome.  Síntomas del tórax: Los que tienen la fibromialgia y participan en actividades que les obligan a inclinarse hacia adelante (p. ej., escribir a máquina o sentarse a un escritorio, trabajar en una línea de producción, etc.) muchas veces tienen problemas particulares con dolores del pecho o las partes superiores del cuerpo, o sea dolores y disfunciones torácicos. 3      costocondritis A menudo, estos dolores van acompañados de jadeos y problemas de postura. Algunos pacientes pueden también presentar una condición llamada “costocondralgia” (también conocida como costocondritis), que es un dolor muscular en donde las costillas se unen al esternón. A veces esto se confunde con una enfermedad cardíaca.   costocondritis Las personas que tienen la FM son susceptibles a una condición cardíaca generalmente asintomática llamada prolapso de la válvula mitral (PVM) en la cual una de las válvulas del corazón se hincha durante un latido, causando un chasquido o soplo.  Por lo general, un PVM no es motivo de preocupación en los pacientes con la FM a menos que haya otra condición cardíaca. (Nota: Cualquier persona que experimente dolor torácico, deberá consultar siempre a un médico inmediatamente.)  Desequilibrio: Los pacientes con la FM pueden experimentar problemas de desequilibrio por una variedad de razones. Ya que se cree que la fibromialgia afecta los músculos esqueléticos de seguimiento de los ojos, pueden experimentarse náuseas o “confusión visual” al conducir un carro, al leer un libro o ya sea al seguir objetos con la vista. (Las dificultades con los músculos lisos del ojo también pueden ocasionar otros problemas de foco.) 4  Puede ser también que el tener músculos débiles, o puntos hipersensibles en el cuello o una disfunción de TMJ pueden producir desequilibrio.  Los investigadores del Johns Hopkins Medical Center también han demostrado que algunos pacientes con la FM tienen una condición conocida como “hipotensión de origen neurológico” lo que causa, al ponerse de pie, un bajón en la presión arterial y en la frecuencia cardíaca, produciendo mareos, náuseas y dificultad para pensar con claridad. 5  Sensaciones en las piernas: A veces, algunos pacientes de la FM presentan un trastorno neurológico conocido como el “síndrome de las piernas inquietas” (“restless leg syndrome, siglas en inglés, RLS).  síndrome de las piernas inquietas Esta condición es caracterizada por un impulso incontrolable de mover las piernas, sobre todo cuando se está descansando o reposando.  Un estudio reciente reveló que tal vez el 31% de los pacientes con la FM tenga el RLS. 6 El síndrome también puede ocasionar movimientos periódicos de las extremidades durante el sueño (“periodic limb movement syndrome”, o PLMS, siglas en inglés), lo que puede ser muy molesto al paciente y a su pareja.  Hipersensibilidad sensorial/síntomas alérgicos: La hipersensibilidad a luz, a sonidos, toques y olores ocurre frecuentemente con los pacientes con la FM y se cree que resulta de una hipervigilancia del sistema nervioso.  Además algunas personas con la FM pueden tener escalofríos o frío mientras que otros cerca se sienten a gusto; o puede que tengan calor mientras que otros no.  Pueden tener reacciones parecidas a las alérgicas a una variedad de sustancias acompañadas de la comezón o el sarpullido, o los pacientes tal vez experimenten una forma de rinitis no alérgica caracterizada por la constipación o excreciones de la nariz y dolor en los senos nasales, pero sin las reacciones inmunológicas que se dan en las condiciones alérgicas.  Sin embargo, cuando se presentan tales síntomas, por lo general no se nota ninguna respuesta del sistema inmune como la que se puede medir en las reacciones verdaderamente alérgicas. 7  Problemas de la piel: Síntomas molestos, como prurito, resequedad o manchas, pueden acompañar la FM.  Los pacientes con fibromialgia también pueden experimentar una sensación de hinchazón, particularmente en las extremidades, como en los dedos.  Hinchazon exclusiva de Fibromialgia Una queja común es que el anillo ya no le cabe. Sin embargo, este tipo de hinchazón no es equivalente a la inflamación asociada con la artritis; más bien, es una anomalía localizada de la fibromialgia cuya causa es desconocida actualmente.  Depresión y ansiedad: Aunque con frecuencia, los pacientes con la FM son diagnosticados incorrectamente con trastornos de depresión o ansiedad, (“estás imaginándolo todo”), la investigación ha mostrado repetidas veces que la fibromialgia no es una forma de depresión ni de hipocondría.  Sin embargo, siempre que la depresión o la ansiedad ocurran con la fibromialgia, es importante su tratamiento ya que estas condiciones pueden exacerbar la FM e interferir con el manejo exitoso de los síntomas.  “Inspirado y adaptado libremente del texto “Fibromialgia: por sus síntomas la conoceréis”,

Façam com que o Vosso médico lhes apresente uma “ajudinha

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LEVANTAR ANTES DAS SEIS DA MANHÃ É PREJUDICIAL À SAÚDE”  Teresa Paiva falou à revista Sábado de há quinze dias sobre os riscos da nova moda de levantar muito cedo, para trabalhar, fazer ginástica ou desporto, negócios, mesmo festas, “raves suaves”, como lhes chamam as jornalistas Raquel Lito e Tânia Pereirinha, autoras do artigo “A nova vida das madrugadas”, publicado na edição da revista de 29 de Setembro de 2016.  “Fizemos estudos que confirmam que o levantar antes das 6h é prejudicial à saúde”, diz a neurologista e especialista em medicina do sono.  “O maior período de risco cardiovascular – que é quando as pessoas têm mais enfartes, acidentes vasculares cerebrais etc. é entre as 5h e as 6h. Isso acontece porque ao fim da noite, antes de acordarmos, a produção de cortisol [hormona que dá energia juntamente com a adrenalina e está associada ao stress] está no seu máximo – vai diminuindo ao longo do dia. Antes de fazerem exercícios matinais violentos, as pessoas devem perceber se estão bem do ponto de vista fisiopatológico e fazer um estudo circadiano da evolução da parte cardíaca. A partir dos 40 anos eu teria cuidado”, acrescenta Teresa Paiva.  Acordar muito mais cedo que as seis da manhã tem riscos acrescidos.  “Às 4h da manhã, que é a hora em que a produção de melatonina está no máximo, temos um mínimo de actividade cognitiva e um máximo de probabilidade de fazer erros. Não se deve conduzir, nem tomar decisões, porque não se está bem. Há picos de acidentes a essa hora” diz a especialista do sono.  Teresa Paiva alerta para várias regras de sono essenciais. “Deitar cedo ou tarde demais, tal como dormir de menos ou demais, faz sempre mal. O sono está tão bem preparado para nós que deve ser feito quanto baste e de forma agradável”, refere.  “Dormir uma média de oito horas de sono por dia”, os noctívagos não se deitarem depois da 1 da manhã, já que “deitar depois dessa hora é um problema e a partir das 2h uma doença”  e que os despertadores dos matutinos não toquem antes das 6 da manhã são os conselhos de Teresa Paiva.  Mesmo assim, a especialista alerta que estes hábitos extremados deixam marcam:  “as pessoas matutinas são mais racionais, directivas, assertivas. As noctívagas divagam mais, são mais criativas.”

Mais um maravilhoso remédio da medicina natural. Ele cura rapidamente as dores da artrite, artrose, joelhos e articulações. E também é excelente no tratamento da fibromialgia. Aprenda

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A natureza é realmente extraordinária e o seu poder de cura não tem limites.  Há os que duvidam disso, mas certamente eles foram “condicionados” a acreditar apenas na medicina das grandes corporações farmacêuticas.  E também há os que por falta de informação caem nas garras da indústria da doença, que na verdade não quer a cura de ninguém, mas apenas faturar em cima do sofrimento das pessoas.  Entenda uma coisa: informação é um tesouro!  Mas algumas pessoas ainda não perceberam isso e continuam buscando os veículos tradicionais para se informar.  Esses veículos estão totalmente comprometidos com o sistema e nunca vão ensinar os caminhos das curas naturais, que não dão lucro e por isso não interessam à poderosa indústria farmacêutica.  Hoje você vai aprender mais uma cura da medicina popular.  Uma bebida que tem o incrível poder de curar artrite, artrose, dores nos joelhos, nas articulações e até a fibromialgia.  Um verdadeiro presente do Criador para todos nós.  Estamos falando do chá de uma planta conhecida como canela-de-velho, muito comum no Nordeste brasileiro, especialmente nos estados da Bahia e Sergipe.  No Brasil, existem muitas plantas chamadas de canela-de-velho.  Mas a que você tem de procurar é de nome científico Miconia albicans.  Ela é encontrada com certa facilidade nos estados citados.  Mas, se não encontrar na sua cidade, você pode comprá-la na internet.  canela-de-velho_-_dor_-_artrite_artrose_e_articulacoes.jpg  Pesquise no Google e encontrará facilmente.  Os principais benefícios da canela-de-velho são o combate às dores da artrite e artrose.  Mas ela tem muitos outros, sendo usada até como tratamento auxiliar contra o câncer.  Mas, no caso das dores de artrite, artrose e articulações, seu efeito de cura é incrível.  Há quem diga que ela traz alívio imediato para doenças como artrose, artrite reumatoide e inflamações nas articulações.  Ela também tem comprovado uso contra tendinites, inflamações gerais, torcicolos, bursites, torções nos pés, dores na coluna, hérnias de disco, problemas intestinais, complicações da diabetes e doenças estomacais.  Como fazer o chá:  canela_de_velho.jpg     INGREDIENTES  1 litro de água  15 folhas de canela-de-velho  MODO DE PREPARO  Coloque a água para ferver.  Quando levantar fervura, coloque as folhas, deixe ferver por mais 30 segundos, desligue o fogo e tampe a panela.  Tome duas xícaras por dia, antes do almoço e antes do jantar.  O que sobrar do chá use para aplicar externamente na região afetada.  O tempo mínimo de tratamento para se obter bons resultados é de 30 dias, podendo se estender por mais 60 dias.  Mas há casos em que a ação é muito rápida, isso vai depender do estágio de cada doença.  E, mesmo que os resultados sejam imediatos, o tratamento deve ser continuado pelo prazo mínimo de 30 dias.  É comum que a dor desapareça logo na primeira semana de tratamento e a pessoa, simplesmente, para de tomar o chá.  Isso é um grande erro, pois deixa o tratamento sem conclusão.  Em resumo, o chá deve ser tomado e aplicado na localidade afetada pelo tempo mínimo de 30 dias.  Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.